sedentario & hiperativo

Sedentarismo é definido como a falta, ausência e/ou diminuição de atividades físicas ou esportivas. Considerada como a doença do século, está associada ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna. Pessoas que tem um gasto calórico reduzido semanalmente pela ausência da prática esportiva são consideradas sedentárias ou com hábitos sedentários.

Consequências para a saúde - Uma vida sedentária é caracterizada pela ausência de atividades físicas podendo provocar um processo de regressão funcional, perda de flexibilidade articular além de comprometer o funcionamento de vários órgãos posteriormente distinguindo-se um fenômeno associado à hipotrofia de fibras musculares, além de ser a principal causa do aumento da ocorrência de várias doenças, como a Hipertensão arterial, diabetes, obesidade, aumento do colesterol e infarto do miocárdio Podendo também ser coadjuvante direta ou indiretamente na causa de morte súbita.

Abolindo o Sedentarismo -Existem diversas indicações para que os indivíduos sedentários possam adotar uma mudança de hábitos de vida de acordo com as possibilidades ou conveniências de cada um:

A prática de atividades físicas, esportivas: caminhar, correr, pedalar, nadar, praticar ginástica, exercícios com pesos, jogar bola são propostas válidas para haver combater ao sedentarismo e melhorar sua qualidade de vida.

É recomendada a consulta a um médico e um educador físico para a orientação das melhores atividades físicas já que não são recomendadas as mesmas atividades para todas as pessoas.

São considerados problemas como hipertensão arterial, dores nas articulações (joelhos, calcanhares) e esforço físico excessivo de modo a não prejudicar a postura e a coluna vertebral.

O QUE ISTO TEM A VER COM PUBLICIDADE.

A áres publicitaria exige muito de nossos neurônios, criatividade e raciocínio, então Devemos pensar que se nao tiver-mos uma vida saudável, estamos fora do mercado.
Pense nisso....

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O mercado de trabalho

O mercado de publicidade e propaganda está estável para o bacharel. Mas há perspectivas de crescimento para o especialista em marketing na área de mídias digitais e móveis. "O publicitário encontra boas oportunidades em canais de venda que não são os tradicionais, como a internet, a TV digital e o celular", explica Fernando Ferreira de Almeida, coordenador do curso de Publicidade e Propaganda da Metodista, de São Paulo. O bacharel pode atuar em vários tipos de agências de comunicação, nos departamentos de marketing e comunicação de empresas em geral, em jornais e revistas, além dos fornecedores de produtos e serviços, como consultorias, institutos de pesquisa, produtoras de som e imagem, gráficas, empresas de web e organizadoras de eventos. As maiores agências estão concentradas em São Paulo, mas grandes empresas estão expandindo seus negócios para outras regiões brasileiras e, com isso, abrindo mercados para agências de publicidade, sobretudo no Sul, no Nordeste e no Centro-Oeste. O interior paulista pode ser promissor, uma vez que a região tem grande participação na economia do país.

Tem dia que é assim mesmo.

É o patrão enchendo o saco.
É o funcionário enchendo o saco.
É a esposa enchendo o saco.
É o esposo enchendo o saco.
É o filho enchendo o saco.
É o vizinho enchendo o saco.
É o guarda enchendo o saco.
É o trânsito enchendo o saco.
É o bêbado enchendo o saco.
É o enjoado enchendo o saco.
São os outros enchendo o saco.
Tem dia que é assim mesmo.
São os outros se intrometendo em nossa vida; são os outros querendo ensinar aquilo que já apren-demos e sabemos; são os outros escolhendo o que é melhor para nós; são os outros comandando o nosso estilo de viver; são os outros querendo saber bem, mais do que nós mesmos, o que se passa dentro dos nossos lares.
Tem dia que é assim mesmo.
Ainda bem que tudo passa; eterno, só o amor.


Texto extraido do livro, "Tem dia que é assim mesmo." de Rosalino X. de Souza, grande amigo. Parabéns pelo trabalho!

Para quais profissionais conhecer a nova regra ortográfica faz a diferença?

Por: Luana Cristina de Lima Magalhães
28/05/09 - InfoMoney

O novo acordo ortográfico da língua portuguesa entrou em vigor este ano no Brasil, mas a população tem até o fim de 2012 para se adaptar às novas regras. Porém, será que esse conteúdo já está sendo cobrado nos processos seletivos para emprego?

"Por enquanto, o novo acordo não está sendo cobrado pelas empresas em seus processos seletivos, porque estamos na fase de adaptação. Entretanto, nas profissões em que o uso da escrita é fundamental, como jornalismo, relações públicas, propaganda e marketing, o profissional que souber das novas regras terá um diferencial competitivo", ressalta a consultora de Recursos Humanos do Grupo Soma, Jane Souza.

Diferencial no currículo
A consultora ressalta ainda que o profissional precisa mostrar ao mercado que ele está atualizado acerca dos temas diretamente ligados à sua profissão.

"Vale a pena investir em um curso para ficar informado sobre as mudanças ortográficas da língua portuguesa. Além disso, o profissional pode procurar outros cursos de aprimoramento, como o de oratória, e destacar essas informações no seu currículo. Se o profissional não tem dinheiro para fazer um curso, a internet pode ser uma boa fonte de pesquisa e atualização".

Quem precisa se atualizar?
Além dos profissionais que utilizam a escrita como ferramenta de trabalho, Jane destaca que gestores e colaboradores que representam a empresa em eventos ou reuniões precisam se adaptar mais rapidamente à nova ortografia.

"Um gerente ou um supervisor que escreve comunicados para sua equipe precisa utilizar as novas regras ortográficas, pois isso mostra que esse profissional está preocupado com a qualidade do seu trabalho, buscando sempre atualizações".

Outra dica da consultora vale para todos os profissionais: "A pessoa pode fazer uma pesquisa com as palavras mais utilizadas no seu cotidiano, para verificar se houve alterações na grafia, com a nova regra. Assim, a adaptação é mais rápida.

IMPOSITOR KODAK CREO PREPS

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DEFINIÇÃO:

Preps mais recursos: - ambiente de impressão: comercial importação JDF - PDF nativo instituição-- JDF/PJTF saída - APR, OPI e DCS passagem - Adobe PDF e PostScript 3 visualização - KODAK Brisque, ApogeeX, Prinergy e compatibilidade de fluxos de trabalho Rampage - JDF 1.2 e 1.3; CPI4 LayCrImp ICS certificadas - Support (somente Mac OS) do AppleScript - SmartMarks, grupos de marca e imprensa marcas - PDF nativo cor mapeamento níveis 1 e 2 cor separação-automática personalizado tiling - arquivos de saída de várias - saída a vários dispositivos descrição de produtos KODAK PREPS aplicação software é usado em soluções de fluxo de trabalho populares e em autônomos ambientes POSTSCRIPT e PDF em todo o mundo. Funcionalidades de software de PREPS estão em constante evolução para satisfazer as necessidades de profissionais da indústria nos ambientes impressão mais exigentes. A série tem versões adaptados para comercial, por demanda e impressão de grande formato, ou da web-deslocamento.

PDF-nativas fluxo de trabalho O fluxo de trabalho PDF sem costura fornece visualização nativo rápidas e precisas. Ele aceita automaticamente todos os ficheiros PDF entrados sem converter os arquivos POSTSCRIPT, salvando a tempo e espaço em disco. PDFs podem ser arquivados, enviados para um dispositivo de saída ou exportados para exibição no software ADOBE ACROBAT.

JDF e o suporte de CIP3 PREPS software agora podem importar ficheiros JDF de sistemas de informação de gestão (MIS). Quando você importar um arquivo JDF, PREPS software exprime-lo como um novo trabalho de software de PREPS e quer tentativas para coincidir com os detalhes de instituição especificados pelo MIS, ou dinamicamente cria uma assinatura on the fly incluindo a colocação de todas as marcas. Software de PREPS, em seguida, pode exportar um arquivo que inclui o JDF original acrescido o apartamentos de layout e a marca de instituição JDF.

Como o primeiro produtor certificado de layouts JDF da JDF layouts, PREPS software está idealmente posicionado dentro do fluxo de trabalho criados layouts JDF que pode ser utilizado a jusante por fluxos de trabalho prepress e postpress de equipamentos e upstream by the MIS para atualizar detalhes da instituição faltando a estimativa original. O JDF pode ser usado a jusante por fluxos de trabalho prepress, ou upstream by the MIS para atualizar detalhes da instituição faltando a estimativa original.

Inteligente de recursos de SMARTMARKS com o recurso de SMARTMARKS, os usuários podem definir onde marcas ou grupos de marcas devem ser colocados em uma folha de imprensa relativamente ao tamanho da folha, medianiz ou página, em vez de como marcas estáticas e salvar as marcas como modelos. Quando o modelo é aplicado a novos postos de trabalho, essas marcas serão automaticamente Reposicionar e redimensionar próprios para os novos tamanhos de folha de imprensa em uma única ação, salvar trabalho valioso tempo de processamento.

Pré-impressão

A pré-impressão é uma fase importantíssima no processo de produção gráfica e pode ser compreendida como todo o conjunto de procedimentos e cuidados a serem adotados depois de finalizada a arte a ser impressa e antes do processo de impressão propriamente dito, ou seja, a reprodução do grafismo em seu suporte final. Os processos de pré-impressão consistem, então, na preparação de um arquivo finalizado para a obtenção de uma matriz de impressão.
Durante muito tempo, quando a tecnologia ainda não apresentava tantas evoluções e o uso do computador ainda não era tão difundido, esses processos eram realizados pelo método que hoje chamamos de convencional ou mecânico. Mas como hoje em dia praticamente todos os trabalhos são finalizados por meio digital, iremos focar nossa abordagem nos processos eletrônicos de pré-impressão.
O cuidado na pré-impressão é fundamental. Da mesma forma que uma pré-impressão mal feita pode arruinar uma boa idéia, tranformando um bom arquivo num impresso medíocre ou até defeituoso, uma pré-impressão cuidadosa pode até corrigir eventuais falhas no arquivo original e proporcionar uma impressão de qualidade superior.
Um outro fator que torna imprescindível um cuidado especial nessa área é a sua característica de ser a transição entre dois processos, a “ponte” entre o processo de concepção e design e o processo de execução ou impressão. Muitas vezes, há uma confusão sobre quem deveria ser o responsável por cada etapa. É difícil precisar até que ponto o designer ou a agência pode adiantar o serviço para o fornecedor de serviços gráficos e a partir de que ponto essa “ajuda” é desnecessária ou até prejudicial, provocando retrabalho.
Não há mesmo uma regra definida. O ideal é que o designer ou a agência mantenha sempre um diálogo com o fornecedor de serviços gráficos e que ambos entrem num acordo sobre a melhor forma de se entregar o arquivo para impressão. Pelo mesmo motivo, é muito importante o acompanhamento de todo o processo por parte de um profissional específico – o produtor gráfico.

CTP - Caminhos e desafios de uma nova revolução tecnológica

As primeiras experiências em sistemas computer-to-plate foram feitas pela RCA em 1968. Em 1974, nos jornais Gannett, matrizes tipográficas foram gravadas usando laser de alta potência. A idéia de um sistema de gravação direta de chapas offset surgiu logo após o desenvolvimento dos primeiros equipamentos de gravação de fotolitos em, meados dos anos 80.
Em 1994, surgiu a primeira platesseter de uso prático, desenvolvida pela Creo para a RR Donelley (Creo Platesetter 3244).
Na Drupa de 1995, um grande número de fabricantes apresentou sistemas CTP, alguns introduzindo a nova tecnologia térmica (laser infravermelho) de gravação. Na Ipex de 1998, havia cerca de 40 fabricantes de sistemas CTP e a Drupa 2000 simbolizou a maturidade da tecnologia, com um número menor de fabricantes de equipamentos e uma maior disponibilidade de chapas.
Diante dessa evolução, o grande desafio, hoje, não é mais a validade ou não do CTP e sim qual das tecnologias disponíveis é a mais adequada.

Gravação de filmes e chapas

Há diferenças significativas nos processos de gravação de fotolitos e de chapas para impressão. Na gravação de chapas o manuseio sem exposição à luz é mais complicado. É necessária a imposição das páginas no formato dos cadernos, exigindo sistemas de RIP e armazenamento de dados mais poderosos e o registro entre as cores e em relação ao suporte. O tempo de gravação e potência do laser empregado também é maior comparando chapas e filmes e a resistência da película a agentes químicos e a abrasão terá influência na durabilidade da chapa e tiragem possível.

Diferentes soluções

Várias tecnologias estão disponíveis, podendo ser divididas em:
•Laser térmico ou visível, em diversos comprimentos de onda.
•Chapas térmicas com ou sem pré-forno, com variados sistemas de processamento ou sem processamento.
•Chapas sem processamento ablativas e não-ablativas.
•Chapas de laser visível com base de prata ou de fotopolímero.
•Sistemas com feixes de laser ou lâmpadas UV e micro-espelhos.
•Platesseters de arquitetura plana, com cilindro externo ou com cilindro interno.
•Sistemas de alimentação manual, semi-automática ou automática.
Encontrar o tipo mais adequado de chapa é o primeiro passo na implantação do CTP. As chapas de haletos de prata, para uso com laser visível, em todos os comprimentos de onda disponíveis, têm um processamento parecido com as chapas convencionais. As chapas de foto-polímeros, gravadas com laser visível verde ou vermelho, em sistemas de gravação ultra-rápida, são mais empregadas na produção de jornais, devido à rapidez de gravação. As chapas térmicas, gravadas com laser infravermelho (830 ou 1024 nm) e que apresentam diversas alternativas de processamento, foram as que mais evoluíram, inclusive na questão custo, que hoje equivale às chapas de prata. Temos, ainda, as chapas convencionais, para uso em sistemas baseados em lâmpadas UV e micro-espelhos, para as quais ainda há poças opções de equipamentos, com alto custo.

Chapas de haletos de prata

Existem diferentes modelos de chapas de haletos de prata para uso com laser vermelho (650-670 nm), verde (532 nm), azul (488 nm) e violeta (400-410 nm). Elas permitem manuseio e carregamento automático ou semi-automático, exceto no caso das chapas violeta, que podem ser ficar sob luz amarela. A alta sensibilidade permite gravação rápida das chapas, mesmo com uso de lasers de baixa potência. O processamento é direto (sem uso de forno), mas exige o uso de processos químicos relativamente complexos. Há a opção de chapas de base em poliéster, para uso em platesseters híbridas. Trata-se de uma tecnologia mais amadurecida e testada há anos, que possibilita alta qualidade de impressão, porém contando com um número reduzido de fornecedores de chapa.

Chapas de fotopolímeros

Nesse caso, a opção de laser para gravação é limitada ao vermelho (650-670 nm) e verde (532 nm), sendo que está em lançamento a versão para laser violeta (400-410 nm). O manuseio e carregamento dessas chapas podem ser automático ou semi-automático, sendo que a alta sensibilidade permite gravação ultra-rápida com lasers de baixa potência. O processamento é simples, com opção de forno, permitindo altas tiragens mesmo sem uso do forno. A qualidade de impressão é limitada, principalmente na reprodução de pontos de mínimas e máximas, tratando-se uma tecnologia amadurecida, largamente adotada na impressão de jornais no mundo inteiro, com um número razoável de fornecedores de chapa.

Chapas térmicas

As chapas térmicas contam com duas opções de laser infravermelho: 830 nm (mais comum) e 1024-1064 nm (menos usual). O manuseio e carregamento podem ser automático, semi-automático ou manual. Para obter alta velocidade de gravação, a chapa térmica exige lasers de alta potência e/ou múltiplos feixes em gravação simultânea. Elas possibilitam alta qualidade de impressão e bom controle do ganho de ponto, sendo uma tecnologia em rápida evolução, com adoção crescente pelo mercado e significativa redução de preços nos últimos anos. Há um grande número de fornecedores de chapa térmicas e existem diversas alternativas de processamento e até mesmo a opção de chapas totalmente sem processamento.

Alternativas em chapas térmicas

As chapas térmicas podem ou não necessitar de sistema de pré-forno no processamento. Alguns tipos de chapa podem ser gravadas alternativamente em prensas de contato convencionais, com lâmpadas ultravioleta. Há dois tipos de chapa sem processamento: ablativas e não ablativas. As não-ablativas têm tiragem limitada, enquanto as ablativas requerem a presença de um sistema de sucção e filtragem dos resíduos, instalado na platesetter. Existe a opção de chapas para sistema de offset waterless, sem uso de solução de molha, para impressos de altíssima qualidade e alguns modelos permitem o uso de pós-forno para aumentar a durabilidade em impressão, que pode passar de um milhão de giros.

Chapas convencionais

As chapas convencionais são usadas em sistemas baseados em lâmpadas ultravioleta, com feixes direcionados por fibras ópticas e/ou micro-espelhos controlados digitalmente. O manuseio e carregamento podem ser automático, semi-automático ou manual, sob luz de segurança. A velocidade de gravação limitada pode ser incrementada com uso de cabeçotes múltiplos. A qualidade de impressão é semelhante à do sistema convencional, sendo uma tecnologia recente, ainda em fase de evolução, contando com poucos e caros equipamentos de gravação no mercado. É uma chapa de fácil adaptação nos processos de impressão, com baixo custo e um grande número de fornecedores.

Vantagens do CTP

No CTP, as chapas são gravadas em condições mais uniformes. Com isso tem-se registro perfeito nas cores e menor índice de erros na montagem, reduz-se as chances de surgimento de chapas defeituosas, tem-se um melhor controle das áreas de máximas e mínimas do impressos, o que resulta em maior qualidade de impressão e possibilidade de uso de retículas mais finas, inclusive estocástica. O CTP também abre a possibilidade de ajuste de máquinas de impressão e acabamento por meio de transmissão de informações digitais (CIP 3). Outro benefício é o menor uso de sistemas de processamento químico, com redução de problemas ambientais e de saúde ocupacional.
Mas, o principal benefício do é o econômico, obtido na área de impressão e não na pré-impressão como muitos imaginam. Com o CTP há uma redução significativa no tempo de ajuste das impressoras, que pode cair para menos de 50% do tempo usual. Essa diferença é especialmente notada em máquinas rotativas. Com isso, é possível a redução do desperdício de papel nos ajustes, em especial em máquinas rotativas e planas de grande formato, possibilitando a impressão de serviços em quatro cores com tiragens menores, além da viabilização prática do uso de impressoras com seis ou oito cores em tiragens médias.

Benefícios secundários

O CTP proporciona o aumento da qualidade dos impressos e facilidades no uso de sistemas de hi-fi color, bem como a agilização dos processos de trabalho e aumento da produtividade no setor de pré-impressão. Com o CTP tem-se a redução de pessoal, embora apenas em médio prazo, uma vez que num primeiro momento, o pessoal necessário provavelmente irá aumentar devido à duplicidade de sistemas. Maior flexibilidade no atendimento das necessidades do cliente, oferecendo menores prazos e bons preços em tiragens reduzidas é mais uma vantagem do computer-to-plate, sem contar a redução dos problemas ambientais devido à menor produção de dejetos químicos.

Cuidados na implantação

Os sistemas CTP são uma ferramenta: sozinhos, não resolvem problemas no fluxo de trabalho ou no controle de qualidade. Eles exigem mais disciplina na geração de arquivos, já que é bem maior a possibilidade de erros de produção se converterem em grandes prejuízos. Quem está pensando em migrar para o CTP não pode esquecer, ainda, que a redução de etapas de trabalho também significa eliminação de pontos de conferência e checagem. Outro detalhe: cuidado com a pressão do marketing, que clama pela implantação do CTP como diferencial de mercado e chamariz de vendas. Com a disseminação do CTP, rapidamente esse apelo perderá a força.
Tão importante quanto a definição da chapa e sistema de gravação é a implantação de um fluxo de trabalho digital eficiente e adequado à realidade da gráfica, ainda que baseado em fotolito. Portanto, fique atento em relação aos custos ocultos do CTP: equipamentos de prova de cor digitais, sistemas de gerenciamento de cores, scanners e software de copy-dot, grandes sistemas de armazenamento e arquivo de dados, treinamento de pessoal etc. O retorno dos pesados investimentos em sistemas CTP deverá vir dos ganhos de produtividade internos, em especial no setor de impressão, e da economia de papel. Assim, é preciso cuidado na definição da política de preços: a lógica atual de cobrar mais caro pelos serviços em CTP (absorvendo parte dos custos do cliente com fotolitos) não deverá resistir à difusão da tecnologia pelo mercado.
A adoção de sistemas computer-to-plate pelas gráficas de diversos segmentos do mercado é um caminho sem volta. Não há chances de que sistemas baseados em filme reocupem o terreno perdido é não existem mais dúvidas quanto ao fato de que os sistemas CTP funcionam bem e são financeiramente vantajosos. A questão real hoje é quanto à tecnologia a ser adotada, ao método de implantação e ao timing do processo, obrigando a gráfica a tomar decisões difíceis quanto à política de relação com os clientes, ao nível de sofisticação do setor de pré-impressão e ao sistema de workflow digital. Mas, esteja certo: Uma implantação mal-feita de CTP pode ser desastrosa, porém a recusa em iniciar um processo de adoção de novas tecnologias é receita certa para uma tragédia em médio prazo.

André Borges Lopes
sócio da Bytes & Types Treinamento e Consultoria